Amando amores e desamores.

Certa vez me disseram, que amamos apenas uma vez. Desde então, me pergunto se realmente a matemática do amor funciona dessa forma. Tão simples e exata. Um pra um e nada mais. A conta já não fecha porque são mais mulheres que homens no mundo, isso pra não falar dos relacionamentos homoafetivos. Então, se fosse assim, algumas (muitas) pessoas ficariam de fora da brincadeira. E seria bem injusto por sinal.

Hoje, aos 25 anos, e não quer dizer que isso não possa mudar, deixei de acreditar em príncipe encantado, ou metade da laranja perdida por aí. Hoje eu vivo amores. Alguns breves, outros lon

gos. Uns são tão intensos que me consomem e fazem eu me doar demais, outros já são leves e sutis como vento acariciando o rosto. Cada um com sua beleza e seu encanto, cada um com seu (infeliz) prazo de validade. Continue lendo “Amando amores e desamores.”