Feliz Natal (minha carta para você)

Feliz Natal!

Dia 25 chegou. Aquele dia que a gente já se programa pra engordar pelo menos uns 5 kgs. Valha-me Deus. Junta a família inteira. Vem a mãe, o pai, os tios, os avós, os primos, os agregados. Quando não é a pobre mãe pra fazer toda a ceia, rola uma divisão de comidas e sobremesas. Somos 15, mas a comida é pra um batalhão. Tem bacalhoada, tem pernil, tem peru, tem chester. E de sobremesa? Pudim, manjar, tem pavê? Óbvio que tem, afinal ele que reforça a piadinha dos tios todo ano. Continue lendo “Feliz Natal (minha carta para você)”

Ninguém fala nada

E naquela sexta-feira que nada prometia, a gente se (re)conheceu.

Não parecia que algo aconteceria. Duas pessoas, uma vontade, uma curiosidade. Aconteceu.

Muito bom. Foi bem divertido, tudo cheio de risos. Papo vai, papo vem, mais beijos sinceros. E assim foi.

Ah, como eu pude esquecer? Esquecer que tinha lanche? Óbvio que deveria ter. C-O-M-I-D-A. Continue lendo “Ninguém fala nada”

Gostei mas não amei!

Que mundo complicado e exigente. Cobramos de nós mesmos a cada instante, a cada atitude. E cobramos dos outros baseados nas nossas expectativas.q Uma verdadeira bosta. Complexa e complicada. Muito complicada.

Gostar das coisas é bem fácil. Até o maior dos exigentes é capaz de gostar de (quase) tudo. Agora amar… Essa é a maior das dificuldades. Nem sempre por culpa sua, ou minha, ou nossa. Amar algo não é uma equação matemática com justificativas plausíveis. Continue lendo “Gostei mas não amei!”

Carência, prazer!

Vem cá, senta aqui comigo. Olhe pros lados e sinta-se no CA – Carentes Anônimos. Ninguém precisa saber que você está aqui. Apenas relaxe! Eu sei como é e te entendo muito bem. A parte mais difícil é assumirmos nossa carência. Algumas pessoas não nos entendem. Por isso vou tentar ajudar.

Tudo que é em excesso, tende a fazer mal (mamãe sempre falou isso). Já faz parte do senso comum, mas nada impede de que sejamos carentes controlados. O que te faz ser carente? Porque você se sente carente? Continue lendo “Carência, prazer!”