Gostei mas não amei!

Que mundo complicado e exigente. Cobramos de nós mesmos a cada instante, a cada atitude. E cobramos dos outros baseados nas nossas expectativas.q Uma verdadeira bosta. Complexa e complicada. Muito complicada.

Gostar das coisas é bem fácil. Até o maior dos exigentes é capaz de gostar de (quase) tudo. Agora amar… Essa é a maior das dificuldades. Nem sempre por culpa sua, ou minha, ou nossa. Amar algo não é uma equação matemática com justificativas plausíveis. Muitas das vezes surge da forma mais inesperada e arrebatadora. Clichê? Bastante. Mas amar algo é sempre assim, nada simples. Refiro-me tanto a objetos, pessoas, animais, e tudo que você pode dizer que AMA.

Que palavra. Tanto poder. E você nem sabe como usar.

Agora pense no quão ruim é ouvir “gostei mas não amei”. Pro terceiro só resta pensar: “E eu faço o que?”. Se for sobre um objeto  é fácil: não o leve, não o compre, não o use. Se for um animal: espere, olhe novamente ou tem certeza?

Pra um designer essa indagação pode tirar todo o sentido da vida, dramaticamente falando, porque não há o que se fazer. Alterar ou não alterar? Como alterar? Porque alterar? Necessário? Façamos críticas construtivas e embasadas, por favor. A classe agradece.

Imagine então, o quão ruim é chegar a essa conclusão sobre as pessoas. É  o que mais acontece. A todo o momento conhecemos novas pessoas, conversamos, nos encantamos e nos desencantamos (mais ainda!).  E a vida continua. É um ciclo sem fim, até que você finalmente conclui: agora sim, gostei, amei e quero permanecer.

Enquanto essa sensação não vem, segue o baile!

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