Amando amores e desamores.

Certa vez me disseram, que amamos apenas uma vez. Desde então, me pergunto se realmente a matemática do amor funciona dessa forma. Tão simples e exata. Um pra um e nada mais. A conta já não fecha porque são mais mulheres que homens no mundo, isso pra não falar dos relacionamentos homoafetivos. Então, se fosse assim, algumas (muitas) pessoas ficariam de fora da brincadeira. E seria bem injusto por sinal.

Hoje, aos 25 anos, e não quer dizer que isso não possa mudar, deixei de acreditar em príncipe encantado, ou metade da laranja perdida por aí. Hoje eu vivo amores. Alguns breves, outros lon

gos. Uns são tão intensos que me consomem e fazem eu me doar demais, outros já são leves e sutis como vento acariciando o rosto. Cada um com sua beleza e seu encanto, cada um com seu (infeliz) prazo de validade. Continue lendo “Amando amores e desamores.”

As coisas boas da vida

Sim, eu sei o que você está pensando. Porque raios alguém que está próxima de completar 25 anos ainda, acha que tem o que dizer sobre as coisas boas da vida? Te manca né viada?!

Pois é. Muito se engana você. Não preciso ter , 50 nem 60 anos para saber um pouco das coisas boas que a vida nos reserva, ou melhor, nos dá chance de aproveitar. E tenho certeza que muitas delas ainda vou descobrir pelo caminho. Mas por hora, já deu pra ter um bom gostinho do que vem por aí. Continue lendo “As coisas boas da vida”

Ninguém fala nada

E naquela sexta-feira que nada prometia, a gente se (re)conheceu.

Não parecia que algo aconteceria. Duas pessoas, uma vontade, uma curiosidade. Aconteceu.

Muito bom. Foi bem divertido, tudo cheio de risos. Papo vai, papo vem, mais beijos sinceros. E assim foi.

Ah, como eu pude esquecer? Esquecer que tinha lanche? Óbvio que deveria ter. C-O-M-I-D-A. Continue lendo “Ninguém fala nada”

Deixe fluir.

E quando tudo simplesmente acontece?

O tempo passou. Você ficou esperando o que? Ontem você era novinho, com uma vida pela frente e aquele brilho nos olhos. Que olhos. Do tipo sonhadores, que querem dominar o mundo. Enxergar tudo de dentro pra fora. Olhos que transpassam qualquer objeto ou pessoa. Continue lendo “Deixe fluir.”

É fase, vai passar.

Por mais óbvio que isso possa parecer, nem todo mundo encara dessa forma. Sejam elas boas ou ruins, sempre serão fases. A única coisa que não muda e não passa nessa vida é o seu caráter. De resto, vão-se os anéis e ficam os dedos. No ditado popular, a fase é justamente o anel que trocamos ao longo da vida. Por vezes mais brilhante, ou mais discreto, mais fino, mais grosso, ou simplesmente guardamos para usar depois. Continue lendo “É fase, vai passar.”

Gostei mas não amei!

Que mundo complicado e exigente. Cobramos de nós mesmos a cada instante, a cada atitude. E cobramos dos outros baseados nas nossas expectativas.q Uma verdadeira bosta. Complexa e complicada. Muito complicada.

Gostar das coisas é bem fácil. Até o maior dos exigentes é capaz de gostar de (quase) tudo. Agora amar… Essa é a maior das dificuldades. Nem sempre por culpa sua, ou minha, ou nossa. Amar algo não é uma equação matemática com justificativas plausíveis. Continue lendo “Gostei mas não amei!”

Carnaval: Diário de uma foliã.

E aí meu povo! Todos vivos nessa quarta-feira de cinzas?  Espero que sim! Porque minha alma só voltou hoje pro corpo que estava no modo automático desde sábado.

Se você ama carnaval, assim como eu, sabe do que eu estou falando. Vim contar um pouco do que foi o carnaval aqui no Rio de Janeiro. Contei com as minhas duas incríveis parceiras de loucura: Fe e Gabi, durante os quatro dias.

Foram 4 dias de pura vida louca, que também contaram com presenças de vários amigos e amigas. De resto, o ritmo foi sempre frenético, 8h na estação do Metrô para irmos rumo a Zona Sul ou Centro do Rio. O que não podia falar? Fantasia e Catuaba. Exatamente hahaha, Gabi fez questão de garantir a catuaba nossa de cada dia. O complicado era que às 9h já não havia mais catuaba, e nós ainda estávamos no metrô. ¯\_(ツ)_/¯ Continue lendo “Carnaval: Diário de uma foliã.”